Sexta-feira, 11 de Setembro de 2015

Os empregos dados por Costa na CML aos familiares dos amigos

A teoria subjacente a este livro é que os partidos são organizações piramidais, de pequenas oligarquias que se organizam da base até ao topo, numa lógica de troca comercial de apoios e votos por empregos e lugares. Os exemplos são muitos por todo o País, mas atinge-se o ponto de saturação - aliás muito comum - quando entram em jogo os familiares dos apoiantes políticos. A Câmara Municipal de Lisboa, liderada por António Costa, é um desses exemplos. Cada uma destas pessoas poderá ter, como é evidente, características adequadas ao cargo. Mas todas juntas dão-nos um retrato de nepotismo que não fica bem a quem diz acreditar nos valores republicanos. Este gráfico foi reproduzido na SÁBADO desta semana, mas no livro a infografia (pg. 328-329) estende-se a outras categorias: os autarcas que perderam eleições nas freguesias e os dirigentes do PS que também estão empregados na CML. Trata-se de uma verdadeira rede de influências que se repercutiria depois na vitória de António Costa nas primárias do PS.

Familiares PS CML.jpg

Infografia: Filipe Raminhos

publicado por Vítor Matos às 11:54
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